Os 7 principais canais do marketing digital

Tempo de leitura: 7 minutos

1. Redes sociais

São milhares de pessoas conectadas todos os dias nas redes sociais. O Facebook é a maior atualmente, com mais de 2 bilhões de usuários ativos no mundo e 127 milhões só no Brasil. Aliás, oportuno citar que o brasileiro é a pessoa que mais passa tempo conectado ao Facebook.

Com tanta popularidade, as empresas começaram a utilizar as redes sociais como forma de divulgação de suas marcas. Geralmente, isso é feito por meio de publicações com conteúdos ricos e valiosos para seu público, em vários formatos como fotos, textos, vídeos etc.

Além das publicações “normais” ou “orgânicas”, há a possibilidade de anunciar online. Assim, é possível atingir o público certo com a segmentação de características como idade, sexo, localização e interesses pessoais dos usuários.

Na opção de anúncios pagos também estão disponíveis diversos formatos de anúncios e que devem ser escolhidos de acordo com seu objetivo: construir audiência para a página, melhorar o engajamento ou direcionar os acessos para seu site/blog.

Um erro que muitos cometem é não adequar o tom da comunicação e imagem visual ao seu público-alvo. É importante fazer um estudo antes até mesmo para identificar em qual rede social a sua persona está e de que forma promover o engajamento com a sua marca.

2. E-mail marketing

Em um passado não muito distante, o e-mail marketing era muito atrelado ao SPAM e, por isso, as pessoas não davam a devida importância à ferramenta.

Com a forte tendência do marketing digital, isso mudou. As práticas hoje utilizadas têm obtido resultados incríveis, podendo ser uma mensagem enviada por e-mail 40 vezes mais efetiva do que as redes sociais, como o Twitter e o Facebook, de acordo com a CampaingMotitor.

É um canal rápido e direto com a possibilidade de enviar a mesma mensagem para milhares de pessoas, com um custo baixo. Sem contar que, com a ajuda de alguns softwares, você pode automatizar seus fluxos de nutrição e melhorar os resultados de maneira escalável.

O e-mail marketing pode ser usado para diversos fins, como no envio de newsletter, conteúdos exclusivos, promoções especiais, relacionamento com os clientes e muito mais.Ldicas para turbinar seu faturamento com e-mail marketing

3. Tráfego orgânico

Quase todos os internautas brasileiros, que são metade da população no país (106 milhões de pessoas), utilizam a internet em algum momento no processo de compra, releva o estudo realizado pela Boston Consulting Group (BCG). E 81% dos compradores pesquisam na internet antes de realizar a compra.

E, por isso, estar bem colocado nos resultados orgânicos (resultados naturais, não pagos) dos mecanismos de busca, como o Google, tornou-se essencial para qualquer empresa.

Para isso, as técnicas de Search Engine Optimization (SEO), também conhecidas como otimização de sites, são muito usadas com o objetivo de melhorar o posicionamento dos sites nas pesquisas.

Essas técnicas levam em consideração o estudo das palavras-chave que são utilizadas ao longo do texto de forma estratégica. Os algoritmos do Google estão sempre mudando, então o que vale hoje, pode não valer amanhã.

Trata-se de um trabalho constante, mas que vale muito a pena, pois o primeiro resultado nas páginas de pesquisa levam cerca de 34% dos cliques dos usuários.L

4. Tráfego direto

O tráfego direto consiste no usuário que digitou a URL do seu site diretamente no navegador. Geralmente, essas pessoas já conhecem sua marca, foram indicadas ou mesmo estão retornando à sua página.

E isso diz muito sobre a qualidade do seu site. Por exemplo, se um usuário está acessando a sua página mais uma vez é sinal que, de alguma forma, ele gostou do que viu e suas informações foram úteis para ele.

Para que se tenha bons resultados no tráfego direto é preciso manter o conteúdo atualizado com novidades constantes, além de uma boa manutenção do site, sempre analisando sua usabilidade, como o carregamento das páginas, design, experiência do usuário etc.

Para obter alguns desses dados, basta instalar um código do Google Analytics e ficar de olho em todas as mudanças e avanços em relação às métricas almejadas. Dois dados que são muito relevantes para a análise do rendimento do seu site ou blog são a taxa de rejeição e tempo de permanência. Eles demonstram se os usuários estão interagindo com o seu conteúdo e se as informações contidas estão sendo atingindo as expectativas e causando uma boa experiência.

5. Tráfego de referências

O Google pode trazer tráfego para o seu site, certo? Qualquer outro site da internet pode fazer o mesmo, para isso sua página precisa ser referenciada por ele. Essa ação se refere ao tráfego de referência ou backlinks.

Essa referência pode ser de parcerias estabelecidas por você com outras empresas, por meio de guests posts, por exemplo, em que você escreve o conteúdo para ser publicado no blog de outra pessoa.

Esses links contidos em outros sites podem atrair mais consumidores, além de ser um dos critérios de SEO levados em consideração pelas ferramentas de busca. Se o seu conteúdo possui vários links de qualidade apontando para ele, o Google entende que ele é relevante e isso o impulsiona.

Mas não se engane!

Nem todo backlink é benéfico para o seu site. A autoridade do domínio (domain authority) e da página (page authority) influenciam diretamente na qualidade do link referido. Assim como a naturalidade do contexto, a procedência do site, entre outras questões que demonstram ser uma boa prática. Do contrário, a estratégia pode ser entendida com black hat e o seu site pode ser penalizado.

6. Blog

Os blogs, por muito tempo, foram utilizados como meros diários virtuais. Atualmente, as empresas têm usado como canais de aproximação de clientes.

A ideia é publicar conteúdo rico e relevante para o público e, com isso, melhorar o ranqueamento da sua página nos buscadores, engajar mais o seu público com a marca, educar o mercado, gerar autoridade, atrair novos clientes e sanar as principais dúvidas, sem a necessidade da utilização do SAC.

As publicações devem ser feitas com o intuito de informar, falando menos da empresa e mais sobre o mercado no qual o seu negócio está situado.

Todo o conteúdo deve ser criado focando na dor da sua persona (cliente ideal) e em como a sua empresa pode solucionar essa questão, respeitando as etapas da jornada de compra e conhecimento.

Um grande benefício que temos quando se trata de blogs é que você pode trabalhar com uma diversidade de formatos de conteúdo, adequando-se à situação e necessidade, sempre com a possibilidade de continuar inovando.

7. Mídia paga

Já falamos um pouco sobre a mídia paga das redes sociais. Além desses tipos de anúncios, há outras opções como o Google Ads.

Funciona assim: um usuário digita uma palavra-chave e seu anúncio aparece no topo da página da busca. Desse modo, é possível alcançar mais clientes que estão buscando exatamente o seu produto.

No Google Ads, você pode também anunciar com a rede de display, que são aqueles anúncios que aparecem dentro de outros sites, ou seja, são espaços comprados dentro dessas páginas.

Para isso, é importante escolher sites em que o público tenha interesses iguais ou semelhantes com os produtos e serviços fornecidos pela sua marca.

Leia também: 6 razões para contratar uma agência para fazer a gestão de links patrocinados

Viu como há diversas alternativas para divulgar seus produtos e serviços? O ideal é definir seus objetivos e analisar o seu público-alvo para determinar quais desses canais são mais interessantes para seu negócio!

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